Resenha: The Black Wolf – J.A. Redmerski

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Sinopse:

Desde que devastadores segredos foram revelados por Nora Kessler, a relação de parceiros de negócios e irmãos entre Niklas Fleischer e Victor Faust não tem sido mais a mesma. Mas agora Niklas foi persuadido a liderar uma missão na Itália, e ele a vê como uma oportunidade de colocar em prática o perdão – ou vingança – pela traição de seu irmão.
A missão: passar-se por um rico investidor alemão e sequestrar a bela e conhecida cafetina Francesca Moretti. Acostumado a este tipo de papel, Niklas é o melhor homem para o serviço, mas desta vez o risco pode ser muito maior, já que não estará sozinho. Izabel Seyfried, ainda recém saída de uma vida de aprisionamento e escravidão sexual, poderá ser negativamente afetada pelas coisas que ela irá ver na Mansão Moretti, e Niklas precisará mantê-la na linha para que ela não estrague seus disfarces e os leve a morte.
Mas Niklas não é o único que precisará interpretar um papel – Nora assume a humilhante tarefa de interpretar a escrava de Niklas, e Isabel precisará interpretar o papel de sua amante.
Se por um lado Niklas não poderia estar mais satisfeito, por outro lado as emoções que continuam a correr por dentro dele talvez sejam muito grandes para serem controladas, e talvez seja Niklas – e não Izabel – quem precisará ser mantido na linha.
Ele não consegue esquecer o que Victor fez, e esta missão talvez seja o início de uma queda em espiral.
Poderão os laços de sangue que Niklas e Victor dividem como irmãos serem mais fortes que o ressentimento? Ou a lâmina da vingança penetrará tão profudamente que seus laços serão eternamente danificados?

ItCoKsmallder

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‪#‎DicaDaVez‬ ‪#‎OQueFoiQueEuAcabeiDeLer‬ ‪#‎OQueAconteceuAqui‬

“Há tanto a ser pensado, tanto a ser considerado.” NEM ME FALE, Victor! O que foi que acabou de acontecer aqui?

Eu… Eu… Eu…

Por que é tão difícil colocar meus pensamentos e sentimentos em ordem depois de terminar de ler esse livro? Eu não sei ao certo o que sentir, o que pensar, o que falar. Em “Seeds of Iniquity” também tivemos muitas informações para assimilar, mas quando são nossos sentimentos e emoções que precisam ser colocados em ordem? Tudo se torna mil vezes mais difícil, mais desgastante, mais esgotante. Acho que só senti algo parecido depois da leitura de “The Swan and The Jackal”, mas mesmo ali, mesmo com todas as emoções que aquele livro me causou, as coisas estavam mais claras, mais certas, mais… Fáceis de compreender. Eu não sei se serei capaz de assimilar tudo o que acabei de ler… Não até que eu tenha em minhas mãos os desdobramentos de tudo o que eu acabei de ler. Quem eu quero enganar… Fui arrancada da minha zona de conforto – como eu me permiti estar em uma zona de conforto diante de J. A. Redmerski, eu nunca compreenderei – e acho que só poderei assimilar tudo isso quando de fato tiver em minhas mãos o final dessa história. E o pior? Tudo fica ainda mais difícil quando preciso escrever um desabafo sem dar nenhum spoiler. Como eu serei capaz de fazer isso? Eu preciso, como nunca antes, de alguém para desabafar, para me ajudar a colocar em ordem todos os meus pensamentos, teorias e sentimentos… Para me ajudar pelo menos uma vez na vida a ser racional. E mesmo assim, eu não sei se conseguirei. Fazia tempo que não me encontrava nessa situação.

Se por um lado eu não tenho ideia de como expressar meus sentimentos quanto ao enredo desse livro, não encontro dificuldade alguma em expressar o quão impecável sua narrativa se mostrou. Com um ritmo cirurgicamente preciso e descrições na medida certa, a leitura de “The Black Wolf” foi fluida do começo ao fim. Não houve um detalhe sequer que truncasse a leitura desse livro. Mais uma vez, J. A. Redmerski trabalha os livros dessa série com um tom de script/roteiro, como se fossem de fato mais um capítulo de uma série de televisão. E, mais uma vez, ela mostra o grande potencial que essa série tem de transformar-se, de fato, em uma série televisa de inquestionável sucesso. Torço muito para que um dia isso de fato possa acontecer.

Eu confesso que uma das coisas que mais me irritam em algumas narrativas são as descrições excessivamente vazias e sem razão, seja da aparência física dos personagens, de suas vestimentas, de seus movimentos, dos ambientes em que se encontram. Descrições assim sempre me passam a sensação de estarem apenas preenchendo espaços, páginas, e não cumprindo de fato com o seu objetivo de auxiliar, nós leitores, a visualizarmos exatamente a cena narrada. As descrições de J. A. Redmerski vão além desse objetivo, uma vez que nos levam a dar um passo a mais em nossa imaginação, trazendo um senso de terceira dimensão a leitura, como se cada cena estivesse se desenvolvendo nitidamente não apenas em nossa mente, mas diante de nossos olhos. Pode ser uma dificuldade minha, mas são poucos os autores que conseguem gerar essa façanha em mim. Poucos são os livros que consigo ler em um ritmo tão fluido e com tamanha sensação de realidade. Na maioria das vezes, me perco no meio da descrição, muitas vezes extensas e vazias demais. Creditarei, então, essa façanha ao talento inquestionável da autora em controlar sem hesitação sua narrativa.

J. A. Redmerski controla sua narrativa de tal forma que há uma coerência inquestionável em suas obras, e não apenas em seus livros de forma separada, mas também entre os livros dessa série. Não há nada dito de forma solta ou insignificante aqui. Até hoje não consegui achar nenhum ponto solto e incoerente. E, por mais que eu seja fã assumida da autora, de seus livros e dessa série, eu não consigo suprimir meu lado detalhista enquanto leitora. Eu procuro por detalhes, pistas, falas, ações que possam me dar qualquer indício do que poderá acontecer na história. E esse lado pode ser ainda mais acentuado precisamente quando se trata de um livro escrito por alguma das minhas autoras favoritas, porque eu tendo a saborear cada livro escrito por elas. Por mais ansiosa que eu esteja por ler um livro delas, eu tomo meu tempo, saboreando cada linha e, assim, ainda mais atenta a cada detalhe. E neste caso em especifico, diante de tamanha coerência e com a intuição de que, diferentemente do que possa parecer, a autora não tem previamente decidido todos os rumos e acontecimentos nesta série, saúdo ainda mais o talento dela de manter de forma tão absurdamente coerente seus livros e narrativas. É necessária uma atenção precisa, detalhista e redobrada para evitar que possíveis erros dessa natureza possam acontecer. Não sei como ela faz, apenas sei que ela faz com maestria.

Por outro lado, a segurança que a autora passa em sua narrativa também me passa uma sensação de certeza absoluta de que, por exemplo nesse caso, uma organização criminosa funciona exatamente como descrito nessas páginas. Assim, caso você afirme para mim que as coisas não acontecem exatamente dessa forma, aplaudirei a autora mais uma vez pelo seu poder de convencimento. Sua narrativa é assertiva, inquestionável, e talvez por isso mesmo, enquanto leitora, tenha sido, por várias vezes, enganada por ela.

Agora, tentando voltar ao enredo do livro… Talvez quem sabe se eu for por partes eu consiga colocar essas emoções em seus devidos lugares. Não custa tentar! Mas desde já, peço desculpas pela superficialidade sobre o assunto. Por mais que eu precise desabafar, minha regra de não dar spoiler ainda permanecerá, no que for possível, intacta.

Depois das muitas informações apresentadas em “Seeds of Iniquity”, fomos deixados com mil perguntas e possibilidades em aberto. Muitos segredos revelados. Muitas opções e escolhas a serem feitas. Muitas coisas a serem consertadas. Muitos erros a serem remediados.

Em “The Black Wolf”, algumas dessas perguntas começam a ser respondidas, algumas escolhas são feitas… Mas será que algum conserto é feito? Ou será que o buraco negro aberto engolirá tudo a sua volta?

Eu não vou negar… Eu estou receosa… Mentira… Estou em pânico!!! Não necessariamente em pânico com o que a autora pode fazer daqui para frente e, com isso, vir a me decepcionar. Já passei dessa fase inicial de temer ser decepcionada por minha autora favorita há muito tempo. A cada livro lido, ela conquistou mais e mais minha confiança. Mas confesso, novamente, que fui arrancada da zona de conforto na qual irresponsavelmente me permiti ficar. E isso gerou uma enorme confusão interna que não estou conseguindo controlar e apaziguar.

Mas… Por partes então. E iniciaremos pelas mais fáceis, para o meu próprio bem.

Nora está de volta. Para aqueles que gostariam de se verem livres dela, sinto informar que ela está de volta, e creio, e torço, que para ficar. Nora é enviada, juntamente com Niklas e Izabel, para uma missão na Itália. Como era de se esperar, Nora cumpre seu papel sem hesitar e de forma impecável. Mas será que seu único papel nessa missão era aquele conhecido por Izabel e determinado por Niklas? Ou será que Victor tinha algo específico em mente ao envia-la nessa missão? Tenho certeza que a última opção é a correta, afinal, cada ação de nosso chefe é minunciosamente premeditada, mesmo que isso implique em… Ai, Victor!

Mas além de todo o seu autocontrole e profissionalismo, Nora apresentou um pouco mais do seu lado direto de ser. Ela pensa… ela fala. Não há meias verdades, não existe o politicamente correto com Nora. Ela é o tipo de pessoa que diz diretamente e sem titubear aquilo que todos gostariam de dizer, e eu adoro e admiro isso. Em alguns momentos, J. A. Redmerski nos agracia com narrativas sob o ponto de vista de Nora, e, confesso, para mim foram os melhores momentos, além de perturbadoramente reveladores. Não é segredo para absolutamente ninguém que Fredrik é meu personagem favorito da série. Assim, não será surpresa nenhuma a minha inegável tendência em simpatizar com os personagens mais… digamos… psicologicamente instáveis da série? Ok… Eu gosto dos personagens mais psicóticos, loucos, doidos de pedra. Não nego. Já nas primeiras páginas o jeito direto de Nora me conquistou e já torço para o casal ‪#‎Norik‬, ainda que não haja de fato nenhum indício concreto de que esse seja o futuro deles.

Não vejo a hora de entrar mais um pouco dentro da cabeça maquiavélica e perturbada de Nora. Mas será que ela é realmente tão perturbada assim? Em mais de uma vez, Nora me provou que talvez seja a única que realmente veja as coisas claramente e que tenha, de verdade, o controle de seus instintos e emoções. Gostaria de ter um pouco de Nora agora em mim, para poder colocar em ordem meus sentimentos.

Fredrik… Oh meu querido… Não se sinta perturbado por ter fãs espelhados por aí. Eu apenas não consigo evitar amá-lo com todas as minhas forças. E perdoe-me se por um momento precisei utilizar o mantra “MEU PERSONAGEM FAVORITO É O FREDRIK E NÃO O NIKLAS”. Foi um mero lapso temporário de sanidade. Já encontrei meu caminho de volta. E ah Fredrik… Diante de tantas emoções contraditórias e perturbadoras que senti, foi de você que veio o único sentimento de alívio durante toda a minha leitura. Não sei em quais proporções sua mudança está vindo e não sei ao certo o que ela pode significar, mas diante de suas falas e pensamentos pude visualizar uma pequena fagulha de esperança… De que no final das contas meu Chacal, meu especialista favorito, encontrará o tão almejado equilíbrio e a paz que tanto desejo para ele. E… Emily… Você foi tarde, mas antes tarde do que nunca!!!

Niklas…
Izabel…
Victor…

Niklas, nosso lobo negro. O personagem central desse livro. No final de “Seeds of Iniquity” meu coração foi torturado e minhas certezas desfeitas. Nesse livro, podemos visualizar e conhecer um pouco mais de Niklas e de tudo o que se passa dentro dele. Um irmão leal desde sempre, atormentado pelo fato de ser a mera sombra de seu irmão mais velho. Uma pessoa que apresenta um exterior impetuoso, imprudente, mas que esconde, sob essas camadas, várias lutas internas e faces ainda não reveladas. Podemos conhecer lados que jamais pensei que existiam nele, mas que, no final das contas, eram bem aparentes. Lados que me causaram dor, empatia, identificação, mas, acima de tudo, uma inquietação que não pensei ser possível. Sentimentos que nem ele, e muito menos eu, conseguimos compreender!!! Não sei se Niklas foi uma surpresa para mim, ou se simplesmente eu fechei meus olhos enquanto confortavelmente vivia em minha bolha. Só sei que… Nada sei!

Izabel… Izabel foi uma grata surpresa em vários momentos. Izabel não é mais Sarai. Izabel, mesmo ainda tendo que trilhar um longo caminho, provou, ao menos para mim, que ela está longe de ser aquela garota frágil, teimosa e imprudente do início da série. Izabel está tentando, arduamente, provar que pertence a essa nova vida, e não porque quer agradar Victor ou qualquer pessoa, mas porque ela ESCOLHEU essa vida para si. Mas no final do livro, em uma conversa com Victor, pude compreender um pouco mais o valor das pequenas peculiaridades de Izabel. Izabel não precisa ser uma nova Nora, ou um novo Victor, ou um novo Fredrik. Izabel precisa descobrir seu próprio caminho e sua própria identidade como assassina. Cada característica pessoal deles tem um valor e uma importância. Izabel tem as suas e não precisa abrir mãos delas. Cada uma delas torna Izabel forte a sua maneira, desde que ela aprenda a reconhecê-las e controlá-las.

Victor… Ah Victor! Ah Victor! Por que é tão difícil penetrar na sua mente? Por que você esconde suas intenções de nós? Qual é a sua intenção por trás de tudo isso? O que está se passando nessa sua mente fria, calculista, assustadoramente racional? Eu sei que por trás de todas as suas ações existe um motivo. E eu sei que, por mais que por um breve momento esqueçamos disso e que por nós passe despercebido, nada passa despercebido por VOCÊ. Então me diga: desde quando você sabia? Por que você quer se aproveitar desse fato? Por que diabos você quer INCENTIVAR isso? Por que não tem ninguém aqui para debater comigo as minhas teorias? Por que você quer partir meu coração dessa maneira? Por que você quer me tirar ainda mais da minha zona de conforto? Por que você fez questão de trazer melancolia para minha vida? POR QUE VOCÊ QUER PARTIR MEU CORAÇÃO? Será que você não entende que nós, que EU me importo com você? Apenas… Por quê? Eu até estava conseguindo assimilar e trabalhar todas as emoções que foram despertadas dentro mim até VOCÊ REVELAR UMA PEQUENA PARTE DE SUAS INTENÇÕES. POR QUÊ?

Niklas…
Izabel…
Victor…

Eu desisto. Eu simplesmente não posso, não consigo e não quero colocar em ordem todos os meus sentimentos. Eu simplesmente não posso, não consigo e não quero controlar meu medo. Dessa vez eu simplesmente não consigo. Dessa vez, mais do que qualquer outra vez, deixo em suas mãos Jéssica… Deixo porque você também tem a minha confiança em suas mãos. Confio em você! Por isso, permitirei ser arrancada dessa zona de conforto… Na qual eu NUNCA deveria ter me colocado! Permitirei que meu coração fique apertado… Permitirei ser lavada por todas essas emoções… Permitirei, porque sei que a velha, boa e conhecida coerência irá prevalecer no final, seja qual for o caminho a ser tomado aqui. Seja qual for o desfecho final! Seja qual for o destino do meu coração!!!!!

my rating 5 stars

Saiba mais sobre a série no site Oficial: http://inthecompanyofkillers.com/

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Por Fernanda Aragão

11 pensamentos sobre “Resenha: The Black Wolf – J.A. Redmerski

  1. EU PRECISO LER ESSE LIVROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
    Só tô esperando alguém colocar pra download, porque não tenho kindle e não quero esperar até lançar a versão fisica aqui no Brasil 😦

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  2. Fernanda do céu!!!! o que dizer do final desse livro? Depois do 1º livro esse é o melhor( pq fala sobre a escravidão e trafico de mulheres). Será que o Niklas está…… pela “Izzi” e o Victor sabia????? Porque não tem um livro com o pov do Victor????MORRI COM ESSE LIVRO…………..poft

    Curtido por 1 pessoa

  3. MEU DEUS VC LEU TUDO QUE ESTÁ PASSANDO NA MINHA MENTE… Preciso tambem de alguem para conversar, por ter lido na pressa sinto que deixei algo passar e, sim, QUE DIAXO ESSE HOMEM QUER? Desde a conversa dele com a Nora, todo aquele blablabla e o AQUELE documento… No livro anterior tinha ficado apavorada pelo receio da Izabel sobre aquele assunto que envolve o Javier (e o fruto do sofrimento de todos aqueles anos) e fiquei pensando o que o Victor faria ao descobrir, afinal ele com certeza se sentiria meio traido por ela não ter dividido algo tão importante (ou não, afinal ele esconde mt com coisa dela, com certeza), mas depois desse livro? Ainda me pergunto o que diabos esse homem está pensando e se ele resolveu ter um complexo de super-homem e negar sua felicidade pela “proteção” dela… Mas quem realmente me fez babar foi o Niklas, por toda a sua humanidade reprimida e ao mesmo tempo dureza e frieza, além de arrasar altos corações (dentro e fora do livro), ele me pareceu mais certo que o Victor, o Victor nesse livro meio que me decepcionou… Bem, só espero que essa estória perfeita não caia no erro das outras de transformar a mocinha em vagabs e sair trocando de amor a cada 3 min (ou 3 caps –‘).
    Esse comentário ficou meio grande, mas é isso (precisava desabafar logo), AH E ANTES QUE EU ME ESQUEÇA, a Nora me parece cada vez menos confiável, apesar de sempre sincera. Sem contar na conversinha que ela teve com o Victor, eu realmente queria ter entendido como ela entendeu… Whatever, pararei de te encher kkkkkk
    Bjs,

    Lu

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  4. Pessoal! alguém pode me dizer quando é que esse livro vai ser lançado no Brasil? estou louca para ler e alguém sabe me dizer também se tem no kindle em português? estou tão ansiosa para ler esse livro que estou quase tendo um infarto.

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