Crítica: Star Wars – O Despertar da Força

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A espera acabou! Vou ser honesta com vocês, lutei muito para não criar expectativas. Mas falhei miseravelmente! (Risos) Como fã, é complicado ver um novo filme de uma franquia que você tanto ama. Especialmente depois da “aposentadoria” de George Lucas e a compra pela Disney. MEDAAAA! Sim, eu temi o lado negro do fracasso…

Mas a Força é o que impulsiona a inteligência, a sensatez e o carinho. Ela iluminou uma grande equipe, que não só manteve a aura do filme, como também subiu o patamar para algo antológico. Uma nova trilogia que pode vir a superar as demais (e, inclusive a minha favorita: a trilogia clássica).
Como não vou me atrever a falar singularidades e nem sobre o enredo, porque eles são a chave do sucesso para este novo filme, permitam-me falar dos personagens novos. Eles sim deram um novo fôlego a franquia.

Sempre as damas primeiros! Não é de imaginar que a mulher vem conquistando seu espaço no cinema, a Disney tem modificado a visão na maioria dos seus filmes (animações especialmente), dando um espaço mais real e dinâmico. Daisy Ridley recebeu um baita presente chamado Rey. Definitivamente mais um papel feminino forte da telona para ser lembrado!

Os atores John Boyega (Finn) e Oscar Isaac (Poe) também deram seu “up”, mas é o trabalho de Adam Driver (Kilo Ren) que traz o equilíbrio ao enredo. Todos eles foram muito bem escritos e interpretados, não deixando nada a desejar e revigorando a mitologia da franquia. E para completar o time, Gwendoline Christie (Capt. Phasma), Domhnall Gleeson (General Hux), Andy Serkis (Líder Supremo Snoke) e Lupita Nyong’o (Maz Kanata) inundam a tela com personagens incríveis e peculiares do universo Star Wars.

E os personagens veteranos? Ahhh, eles também brilharam. Deram a emoção “de volta para casa” e de um novo começo também. A emoção de ver Leia (Carrie Fisher), Han Solo (Harrison Ford) e Chewbacca (Peter Mayhen) é indescritível. Muito mais ampla e satisfatória. E Luke? Vocês devem estar se perguntando. Ele é outra chave do mistério! Que é óbvio que não vou comentar.

E os robôs/cyborgs? Hehehe, eu quero um BB-8 para mim. Impetuoso, fofo e destemido, mas com um lado emocional que qualquer um quer pegar no colo para si. C-3PO e R2D2 continuam os mesmo, talvez com umas nuances miúdas.

Um outro ponto que amei foi a trilha sonora. John Williams continua com seu belíssimo trabalho e a inserção dos temas musicais vaga entre o novo e o antigo, traçando uma bela teia de momentos de tirar o fôlego.

Há muita luta neste novo filme, e a marca de J.J. Abrams está bem presente. O enredo traz a velha mitologia de Lucas e sua marca registrada: o Lado Sombrio VS A Luz, tudo mais vivo que nunca. E o tema político renasce com a velha divergência entre a república e o império.
Se estou sendo vaga, peço mil desculpas. Porque não é minha função aqui estragar o belo suspense do filme, que é sobre o novo. A nova cara. A nova história. A nova “vida”. O novo Star Wars.

E mesmo que a sessão onde estive tenha tido problemas no início – sim, 17 minutos de atraso, depois de uma tela preta e o áudio ensurdecedor – ver O Despertar da Força foi mais do que gratificante. Foi ter aquela garotinha sentada no sofá, descobrindo galáxias e personagens incríveis, de volta ao meu lado. O choro foi inevitável. E a sensação de voltar para casa renovada!!!!!!!

Por Camilla

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