Resenha: The Wall Of Winnipeg and Me – Mariana Zapata

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Livro: The Wall Of Winnipeg and Me
Autor: Mariana Zapata
473 Páginas
Lançamento somente em Inglês / Fevereiro 2016

Sinopse:

Vanessa Mazur sabe que ela está fazendo a coisa certa. Ela não deveria estar se sentindo mal por pedir demissão. Ser assistente, arrumadeira, fada madrinha do mais famoso jogador de defesa do Futebol Americano era pra ser sempre uma coisa temporária. Ela tem planos e nenhum deles inclui lavar as extra-grandes cuecas mais do que o tempo necessário.

Mas quando Aidan Graves aparece em sua porta pedindo o seu retorno ela está mais do que chocada.

Por dois anos, o homem conhecido com ‘O Muro de Winniped’ não era capaz nem mesmo de lhe dar bom dia ou parabéns no seu aniversário. Agora? Ele está pedindo o impensável.

O que você diz para o homem que está acostumado a ter tudo que ele quer?

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Minha Resenha:

Vanessa tem o trabalho que muitas pessoas sonhariam mas não está feliz com isso. Ser assistente de uma estrela do Futebol Americano não deveria ser maravilhoso? Mas não era. Ela não se sentia reconhecida, trabalhava feito uma escrava, e estava cada vez mais longe de realizar seu sonho profissional. Juntando dinheiro suficiente para poder se sustentar sem um emprego fixo por um tempo ela estava decidida a pedir demissão e só ficava adiando isso por não ter coragem de deixar seu chefe na mão.

Quando ela finalmente toma esta coragem ele não dá a mínima, o que a faz ficar ainda com mais raiva. Ainda cumprindo seu aviso enquanto uma nova assistente era selecionada ela se vê em uma situação decepcionante: seu chefe por mais de dois anos não foi capaz de defendê-la quando falaram mal dela. Depois disso ela simplesmente virou as costas e foi embora, sem olhar pra trás.

Qual não foi sua surpresa quando depois de 1 mês Aidan Graves, a estrela, aquele que não era capaz de dizer obrigado ou sequer um oi à ela durante todo o tempo que trabalhavam juntos, aparece em sua casa pedindo pra ela voltar. Pedindo não, mandando.

Aidan não sabia pedir favores, estava acostumado a mandar e ter seus desejos atendidos. Também não estava acostumado a ter que conversar e entender as pessoas. Ele simplesmente as evitava. Seu único foco era o futebol e nada mais importava. Portanto quando ele pede a Vanessa que volte a trabalhar com ele e ouve uma recusa fica muito decepcionado. Ele precisará de maiores poderes de persuasão para vencer esta batalha.

Vanessa está decidida a não ceder, mas o que fazer quando recebe uma proposta irrecusável?

Aí começou o grande problema do livro pra mim, a indecisão de Vanessa. Ela ia e voltava no assunto infinitas vezes sem qualquer decisão tomada e sempre com os mesmos argumentos na sua cabeça. O livro tem pouco diálogo, muita divagação e muita indecisão.
Mas eu estava decidida a continuar, pois em um grupo americano sobre romances esportivos que eu participo todas insistiam que valia a pena. O ritmo do livro era lento, mas o final era recompensador. E elas tinham razão.

Com quase 500 páginas narradas exclusivamente por Vanessa este livro não tem amor instantâneo. Tem um ódio que se transforma em admiração que se transforma em amor, de forma lenta e gradual e bem realista. Não fica centrado somente no presente, explora o passado dos dois deixando claro porque eles são daquela maneira. Porque Vanessa tem tantos problemas pra controlar sua raiva e porque Aiden tem tantos problemas em se relacionar com outras pessoas.

Cada pedacinho do que é entregue é recompensador. Cada pequeno passo dado vai aquecendo nossos corações, mesmo que nem sempre tenha a continuidade que a gente quer. Aviso que pra quem é ansiosa este não é o tipo de leitura. Você vai precisar de muita paciência.

Eu me apaixonei por Aidan junto com Vanessa e foi muito difícil segurar as lágrimas no final.

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Por Mirela

4 pensamentos sobre “Resenha: The Wall Of Winnipeg and Me – Mariana Zapata

  1. Não me lembro de ter ouvido falar desse livro, mas pra ter ganhado 4 estrelinhas deve ser bom mesmo! Gosto de livros que me façam chorar e até curto amor e ódio. Ia dizer que esperava que a Vanessa tenha feito isso no início por bons motivos e não por puro “cu doce” (porque pra isso não tenho paciência), mas a medida que fui lendo a resenha percebi que ela estava certa em não ceder. Que cara grosso!! Não sei se eu leria por você ter dito que é um livro lento.

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