Resenha: A Rosa e A Adaga, de Renée Ahdieh

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A Rosa e a Adaga
A Fúria e a Aurora # 2
Renée Ahdieh
Ano: 2017 / Páginas: 366
Idioma: português
Editora: Globo Alt

Sinopse:

A esperada continuação de A Fúria e a Aurora, inspirado no clássico As mil e uma noites Sherazade chegou a acreditar que seu marido, Khalid, o califa de Khorasan, fosse um monstro. Mas por trás de seus segredos, ela descobriu um homem amável, atormentado pela culpa e por uma terrível maldição, que agora pode mantê-los separados para sempre. Refugiada no deserto com sua família e seu antigo amor, Tariq, ela é quase uma prisioneira da lealdade que deve às pessoas que ama. Mas se recusa a ficar inerte e elabora um plano. Enquanto seu pai, Jahandar, continua a mexer com forças mágicas que ele ainda não entende, Sherazade tenta dominar a magia crescente dentro dela. Com a ajuda de um tapete velho e um jovem sábio e tempestuoso, ela concentrará todas as suas forças para quebrar a maldição e voltar a viver com seu verdadeiro amor.

Minha Resenha e Desabafo:

Estive esperando pela sequencia de A Fúria e a Aurora por meses e meses e meses. Já disse meses? Longos e intermináveis SETE meses.

Estive aguardando pelo fechamento dessa tão amada história, como quem espera um presente no natal!

Cheguei a sonhar com o livro, com os personagens, com os cheiros e sabor do Oriente, e finalmente, ele chegou às minhas mãos e me fez novamente contemplar sensações indescritíveis, como o sol quente do deserto sobre a minha pele.

Sim, Renée Ahdieh tem essa estranha habilidade de te transportar quase que exatamente pra dentro das páginas da sua história e te inserir no enredo como um espectador presente.
Você SENTE!

Já havia mencionado anteriormente que Renée tem uma maturidade literária impressionante. Que forma sui generis de se expressar. Fascinante mesmo. Preciso dizer que sou apaixonada por ela? Como não se apaixonar pela criadora do califa mais OBCECANTE da face DESSA TERRA? Deu pra sentir o tombo?

Essa tão estimada autora começa de mansinho, assim como no primeiro livro, como quem não quer nada, totalmente livre de desprendimento, te fazendo quase duvidar da capacidade dela de amarrar o leitor.

Ingenuidade a minha… Quando você percebe, já está em 74% se perguntado, O QUE ESTÁ ACONTECENDO???????????

tenor

“Que está acontecendo?”

Admito que Renée me brindou com uma pegadinha em determinado momento. Cheguei a chorar de raiva, me senti traída.

Mas eu ainda não tinha “visto” nada, ela ainda não tinha acabado de pisotear meu coração. E ela não parou por aí, foi além. E depois de chorar e sentir meu coração partido, em 97% eu já estava quase pedindo arrego.

Mas apesar de toda essa loucura, e mesmo avaliando o livro com cinco estrelas e todo o meu coração, eu senti falta de determinadas coisas, me decepcionei e esperei por outras. Achei o livro muito corrido pra tanta história e explicação. Queria muito ver mais de Sherazade e Khalid.

Nada que tire o brilhantismo de Renée, mas enfim, a gente sempre espera pelo perfeito. Mas mesmo não sendo perfeito, A Rosa e a Adaga se tornou único e insuperável no meu coração!

“Ciúme é uma emoção infantil e mesquinha. —O califa passou sua única shamshir para a mão esquerda num gesto fluido. —Eu não tenho ciúme. Tenho raiva.” (Khalid)

Por Anna Camila

my rating 5 stars

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